Brasil 7×1 Haiti: quando o raio cai duas vezes em lugares distintos

Meia do Liverpool abre caminho para a goleada e marca três vezes. Camisa 18 vai bem no setor ofensivo. Atacante ajuda na armação, mas não consegue marcar. | Foto: UOL

Meia do Liverpool abre caminho para a goleada e marca três vezes. Camisa 18 vai bem no setor ofensivo. Atacante ajuda na armação, mas não consegue marcar. | Foto: UOL

CRÔNICA /// Eis um déjà vu sem grife! O arsenal de piadas prontas é inerente e deve se proliferar pelas redes sociais. Dois anos atrás, o Brasil viveu seu maior pesadelo no futebol. Uma chaga indelével foi criada, graças ao massacre alemão no Mineirão, que deixou uma nação atônita na Copa de 2014. Hoje, diante do adversário mais frágil da Copa América Centenária, a Canarinha repetiu o placar, agora favoravelmente. Um novo 7 a 1, com contexto bem modesto, veio à tona.
 
Se não pra resgatar os tempos áureos, ao menos para dar confiança para alguns jogadores que estão se firmando. Como Coutinho (3 gols), o melhor da partida, Renato Augusto (2), Lucas Lima (1) e Gabriel (1). Apesar de longe de uma atuação coletiva brilhante e diante de um rival sem resistência, o Brasil fez seu dever de casa, trouxe tranquilidade pra garantir a classificação e mostrou uma arma que lhe é característica. O ímpeto ofensivo. Que teima em prevalecer até mesmo quando o jogo já está definido. É favorito contra o Peru, mas não pode esmorecer. O próximo confronto, teoricamente, vai ser complicado.
 
FICHA TÉCNICA: BRASIL 7 X 1 HAITI
 
Local: Estádio Citrus Bowl, em Orlando, na Flórida (Estados Unidos)
Data: 8 de junho de 2016, quarta-feira
Horário: 20h30(de Brasília)
Árbitro: Mark Geiger (Estados Unidos)
Assistentes: Joseph Fletcher (Canadá) e Charles Morgante (Estados Unidos)
Público: 28.241
Cartões amarelos: Casemiro (Brasil); Goreux (Haiti)
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BRASIL: Phillippe Coutinho, aos 13 e aos 28 minutos do primeiro tempo e aos 46 do segundo tempo, Renato Augusto, aos 34 do primeiro tempo e aos 40 do segundo tempo, Gabriel, aos 13 do segundo tempo e Lucas Lima, aos 21 do segundo tempo;
HAITI: Marcelin, aos 24 minutos do segundo tempo.
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BRASIL: Alisson; Daniel Alves, Marquinhos, Gil e Filipe Luís; Casemiro (Lucas Lima), Elias (Walace), Renato Augusto, Philippe Coutinho e Willian; Jonas (Gabriel). Técnico: Dunga.
 
 HAITI: Placide; Alcénat (Maurice), Goreux, Genevois, Jérôme e Jaggy; Jean Alexandre (Hilaire), Lafrance, Marcelin e Jeff Louis; Belfort (Nazon). Técnico: Patrice Neveu.

Luiz Carlos Mota

A comunicação me fascina. Gosto de relatar, informar e opinar. Portanto, pus no ar um site pra expor minha terra de uma maneira dinâmica, sob o meu prisma e o de outros autores.
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